As mulheres passaram a ocupar percentual cada vez maior na categoria dos vigilantes. E os números não são ainda mais expressivos porque muitas empresas valem-se do expediente ilegal de contratar pessoal de portaria com outras denominações, para não ter de pagar os direitos específicos da categoria dos vigilantes.
Nesta edição, mostramos que muitas mulheres não têm garantidas as condições ideais de trabalho, sujeitando-se a situações constrangedoras, que precisam ser denunciadas e combatidas. Outras carregam nas costas o peso de sustentar sozinhas suas famílias, isso sem falar daquelas que sofrem violência doméstica e sempre é bom lembrar as que são vítimas de discriminação e de assédio nos postos de trabalho e no trajeto entre suas residências e o local onde prestam serviço. As mulheres merecem respeito e proteção.
O Sindicato dos Vigilantes de Guarulhos e Região convoca todas as mulheres que permaneçam alertas e continua firme na defesa de seus direitos.
Patrícia Medeiros – Diretora
Conte com o Sindicato, aqui você é bem acolhida!
O Sindicato dos Vigilantes de Guarulhos e Região recebe queixas das mulheres que atuam na área, referentes a problemas que enfrentam nos postos de trabalho. E, além de ouvi-las e acolhê-las, busca obter soluções para resolver os problemas relatados. Quando possível, as soluções são tentadas no âmbito administrativo, em negociação com as empresas empregadoras. Quando não, o Sindicato recorre à Justiça e tem obtido muitas vitórias, as quais, se não resolveram por completo as situações, contribuíram em muito para minimizar as dificuldades apontadas pelas trabalhadoras, incluindo autuações de empresas em vários casos.
Ambientes inadequados
Há mulheres vigilantes que relatam serem colocadas para trabalhar em locais que não oferecem o mínimo de condições. Entre as dificuldades, está a distância entre o posto de trabalho e um sanitário, por exemplo.
Outra questão que o Sindicato enfrentou, conseguindo várias vitórias, é a da distância entre o posto de trabalho e o refeitório, problema que afeta tanto as mulheres quanto os homens vigilantes. Quando o refeitório fica distante, o tempo entre a ida e a volta no trajeto consome o que deveria ser destinado ao descanso após a refeição.
Equipamentos
O Sindicato defende que as mulheres tenham direito a coletes à prova de balas específicos para elas, porque o corpo de uma mulher é diferente do de um homem.
Remanejamentos
Mulheres gestantes merecem atuar em postos de trabalho mais próximos de suas residências, para evitar longos deslocamentos, principalmente para proteger o feto. Maior ainda é a necessidade das mulheres que amamentam. Embora não esteja previsto em lei, é hábito haver liberalidade das empresas para que a mãe, ao retornar da licença-maternidade, tenha mais 15 dias para amamentar, geralmente com base em atestado médico recomendando essa necessidade.
Nesse sentido, o Sindicato atua buscando fazer com que as empresas definam locais mais próximos de onde a mãe mora para que ela possa chegar mais rapidamente para amamentar o bebê. Embora isso ainda não esteja na Convenção Coletiva dos Vigilantes, o Sindicato luta para que esse princípio seja sempre posto em prática.
Nosso critério principal é sempre que em nossa casa, você é convidado de honra! Afinal, o Sindicato é sua casa.
Buscamos a excelência em nosso atendimento desde o primeiro contato, pois, você vigilante, faz parte da nossa família, temos o maior prazer em compartilhar com você com total respeito e dedicação, sabemos que juntos fazemos um trabalho digno e com total responsabilidade a fim de exaltar a nossa categoria.
O Estado de São Paulo dispõe de 142 DDMs em todo o estado. Destas, 18 possuem atendimento 24h. O estado conta também com 164 salas DDM, instaladas dentro de delegacias em plantões 24h. Nestes locais, a vítima é atendida por videoconferência
O Ligue 180 é um serviço gratuito e confidencial que oferece orientação sobre direitos das mulheres, registro de denúncias e elogios, e informações sobre a rede de atendimento especializada.
Ao ligar para 190, a mulher recebe atendimento especializado da Cabine Lilás, composta por cinco policiais femininas prontas para atuar em casos de violência e oferecer suporte imediato.
Oferece atendimento multidisciplinar e humanizado às mulheres, com acolhimento, apoio psicossocial, acesso à delegacia, juizado, Ministério Público, Defensoria Pública, promoção da autonomia econômica, cuidado das crianças, alojamento temporário e transporte. Endereço: Rua Vieira Ravasco, 26 – Cambuci, SP.
Telefone: (11) 3275-8000
Oferecem abrigo protegido e integral a mulheres em situação de violência doméstica e familiar, sob risco de morte. É um serviço temporário, no qual a mulher e seus filhos podem permanecer por até 90 dias, que tem como objetivo disponibilizar proteção e tempo para as mulheres poderem voltar às suas atividades normais.
Espaço onde mulheres recebem apoio de equipes multidisciplinares, incluindo atendimento psicológico e orientação jurídica, para superar a violência e acessar medidas protetivas.
Oferecem abrigo temporário seguro a mulheres em situação de violência ou ameaça, por até 15 dias, garantindo proteção física e emocional, cuidados aos dependentes e encaminhamentos para sua segurança.
Oferecem abrigo temporário seguro a mulheres em situação de violência ou ameaça, por até 15 dias, garantindo proteção física e emocional, cuidados aos dependentes e encaminhamentos para sua segurança.
Permite que mulheres registrem boletins de ocorrência sem precisar ir à delegacia. Conta também com botão do pânico, acionando viatura em situações de perigo, e monitoramento de agressores por tornozeleira eletrônica, oferecendo proteção rápida e contínua.